Karma Familiar
Pelo karma familiar, os seres são unidos entre si através de afetos e ódios, compromissos e débitos recíprocos, finalidades em comum. É muito provável determinados grupos de espíritos reencarnarem, através dos tempos, ligados por laços consanguíneos de família, ou por laços de matrimônio, adoção, parentesco por afinidade, amizades ou inimizades muito fortes, formando grupos familiares que se repetem através dos tempos, apenas com mudanças nas posições que ocupam.
Devemos recordar que o karma nem sempre tem aspecto negativo. No karma familiar pode acontecer de indivíduos de mesma propensão, como música, literatura, ciência, reencarnarem sempre no mesmo grupo familiar, mesmo dando-se mudança de paizes ou de continentes. Assim, o espírito, ao renascer no corpo físico, já encontra o ambiente próprio ao seu desenvolvimento, desde a infância.
Infelizmente, porém, a maioria das famílias estão ligadas por laços kármicos negativos, geralmente de ódio e débitos recíprocos. Duas pessoas casam-se movidas pela atração sexual, sendo, as vezes, inimigas de longa data, portanto, com obrigações de suportarem-se. Juntos, ferem-se e lapidam-se reciprocamente durante anos, aprendendo e evoluindo pelo sofrimento. Outras vezes o nosso inimigo do passado encarna-se como nosso filho, pelo qual mantemos natural e biológica ternura que visa contrabalançar a repulsa natural. Esta surge, mas é combatida pelo amor paternal e, mesmo que venha a se manifestar no futuro, como vemos nas brigas entre pais e filhos, alguma coisa sempre é conseguida para abrandamento da inimizade anterior. As vezes, famílias que dominaram e abusaram do poder em determinadas sociedades, sofrem expiação coletiva no mesmo meio social.
Enfim, os exemplos podem ser inúmeros, mas a característica principal do carma familiar é o fato de alguns espíritos atravessarem várias encarnações lapidando-se e ajudando-se mutuamente, visando, como sempre, a evolução de todos.
Finalizando o problema do karma familiar, não queremos que fique a impressão de que os indivíduos nas famílias são sempre os mesmos, reencarnando-se sucessivamente. O movimento é aberto, ora entrando nas famílias alguns indivíduos, saindo outros, criando-se intervalos neutros, afastamentos, reaproximações, mudança de posições, da mesma forma como acontece em qualquer associação humana.
O que devemos ter em mente é que o nosso familiar, consangüíneo ou não, é um elemento importante e necessário à evolução de todos, devendo, outrossim, a caridade começar em casa. Costuma-se dizer, popularamente, que os amigos são escolhidos por simpatia, ou o que seja, enquanto os parentes são impostos pelo karma.
Devemos recordar que o karma nem sempre tem aspecto negativo. No karma familiar pode acontecer de indivíduos de mesma propensão, como música, literatura, ciência, reencarnarem sempre no mesmo grupo familiar, mesmo dando-se mudança de paizes ou de continentes. Assim, o espírito, ao renascer no corpo físico, já encontra o ambiente próprio ao seu desenvolvimento, desde a infância.
Infelizmente, porém, a maioria das famílias estão ligadas por laços kármicos negativos, geralmente de ódio e débitos recíprocos. Duas pessoas casam-se movidas pela atração sexual, sendo, as vezes, inimigas de longa data, portanto, com obrigações de suportarem-se. Juntos, ferem-se e lapidam-se reciprocamente durante anos, aprendendo e evoluindo pelo sofrimento. Outras vezes o nosso inimigo do passado encarna-se como nosso filho, pelo qual mantemos natural e biológica ternura que visa contrabalançar a repulsa natural. Esta surge, mas é combatida pelo amor paternal e, mesmo que venha a se manifestar no futuro, como vemos nas brigas entre pais e filhos, alguma coisa sempre é conseguida para abrandamento da inimizade anterior. As vezes, famílias que dominaram e abusaram do poder em determinadas sociedades, sofrem expiação coletiva no mesmo meio social.
Enfim, os exemplos podem ser inúmeros, mas a característica principal do carma familiar é o fato de alguns espíritos atravessarem várias encarnações lapidando-se e ajudando-se mutuamente, visando, como sempre, a evolução de todos.
Finalizando o problema do karma familiar, não queremos que fique a impressão de que os indivíduos nas famílias são sempre os mesmos, reencarnando-se sucessivamente. O movimento é aberto, ora entrando nas famílias alguns indivíduos, saindo outros, criando-se intervalos neutros, afastamentos, reaproximações, mudança de posições, da mesma forma como acontece em qualquer associação humana.
O que devemos ter em mente é que o nosso familiar, consangüíneo ou não, é um elemento importante e necessário à evolução de todos, devendo, outrossim, a caridade começar em casa. Costuma-se dizer, popularamente, que os amigos são escolhidos por simpatia, ou o que seja, enquanto os parentes são impostos pelo karma.


