Sermão inesperado
Um padre da Renovação Carismática do Rio de Janeiro estava num autocarro quando ouviu uma voz a dizer-lhe que devia levantar-se e pregar a palavra de Cristo ali mesmo. O padre começou a falar com a voz:
- Vão achar-me ridículo, isto não é lugar para sermões.
Mas algo dentro dele insistia, era preciso que falasse.
- Sou tímido, por favor, não me peça isso - implorou.
O impulso interior persistia.
Então, ele lembrou-se da sua promessa - aceitar todos os desígnios de Cristo. Levantou-se - morrendo de vergonha - e começou a falar do Evangelho. Todos ouviram em silêncio. Ele olhava para cada passageiro e raros eram os que desviavam os olhos. Disse tudo o que sentia, terminou o sermão e sentou-se de novo.
Até hoje não sabe que tarefa cumpriu naquele momento. Mas tem a a certeza absoluta de que cumpriu uma tarefa.
- Vão achar-me ridículo, isto não é lugar para sermões.
Mas algo dentro dele insistia, era preciso que falasse.
- Sou tímido, por favor, não me peça isso - implorou.
O impulso interior persistia.
Então, ele lembrou-se da sua promessa - aceitar todos os desígnios de Cristo. Levantou-se - morrendo de vergonha - e começou a falar do Evangelho. Todos ouviram em silêncio. Ele olhava para cada passageiro e raros eram os que desviavam os olhos. Disse tudo o que sentia, terminou o sermão e sentou-se de novo.
Até hoje não sabe que tarefa cumpriu naquele momento. Mas tem a a certeza absoluta de que cumpriu uma tarefa.


